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Brasil tem participação em nova colaboração para a busca de gama

Publicado: Quinta, 23 de Maio de 2019, 18h15 | Última atualização em Segunda, 27 de Maio de 2019, 14h24 | Acessos: 913

Em poucas horas, será anunciada a formação de uma nova colaboração internacional para o estudo de fontes de raios gama. O novo experimento pretende se juntar a congêneres, para promover a chamada astronomia ‘multimensageiro’ no estudo dessa radiação cósmica.

Batizada com o nome provisório SWGO ‒ algo como Observatório Australde Campo Amplo para o Estudo de Radiação Gama ‒, a nova colaboração reúne experimentos da área, como o SGSO e o Lattes, para, de forma sinérgica, estudar raios gama em um arranjo experimental eficiente, preciso, mas de custo reduzido, se comparado a outros hoje em funcionamento.

O Lattes ‒ voltado para a detecção de raios gama em energias intermediárias (tecnicamente, entre 1011 a 1014 elétrons-volts) ‒ foi idealizado no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), pelo físico experimental Ronald Shellard, atual diretor da instituição, e colaboradores. O Lattes tem ampla participação do Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP), de Portugal, e pesquisadores italianos.

A ideia central é que o SWGO ‒ do qual participam, neste momento, Brasil, Portugal, Alemanha e Itália ‒ localize fontes e, prontamente, alerte outros experimentos da área, para que examinem a região do céu em questão. Um deles seria o CTA (sigla, em inglês, para Rede de Telescópios Cherenkov), com participação de brasileiros ‒ inclusive do CBPF.

O SWGO será um detector fixo que funcionará 24h, perscrutando o céu e operando em uma faixa de energia ‘vazia’, não estudada por outros observatórios mundiais de astropartículas ou gravitacionais.

O local do SWGO – detector fixo que coletará dados dia e noite ininterruptamente ‒ ainda está sendo decidido. Candidatos: norte da Argentina, deserto do Atacama (Chile) ou Peru.

A formalização de experimentos se deu em março deste ano, quando pesquisadores de vários países se reuniram em Lisboa para discutir a viabilidade dessa colaboração.

Segundo informe do LIP, a nova colaboração terá inicialmente quatro grupos de trabalho, que irão tratar, entre outros temas, de simulações, busca pelo local mais apropriado e desenvolvimento de detectores.

 

Mais informações:

LIP (Portugal): http://www.lip.pt/?section=press&page=news-details&id=778&ref=homepage

SGSO: https://www.sgso-alliance.org/SGSOWiki/doku.php

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